miércoles, 1 de agosto de 2018

LÍNGUA PORTUGUESA TAMBÉM SE APRENDE COM TECNOLOGIA


Em comemoração ao Dia da Língua Portuguesa conheça soluções inovadoras para trabalhar o idioma em sala de aula

Você sabia que a Língua Portuguesa é a quinta mais “falada” na Internet mundial e a terceira mais utilizada em redes sociais como o Facebook e Twitter, segundo dados divulgados em outubro de 2014 pela empresa de estatísticas Internet World Stats?
Pois é nesse contexto amplo, conectado e interativo que comemoramos hoje, 10 de junho, o Dia da Língua Portuguesa. Uma homenagem ao poeta português, Luís de Camões, que faleceu na mesma data, no ano de 1580. E mais: o idioma conta, ainda, com outras duas comemorações: dia 5 de maio (Dia da Língua Nacional) e no dia 5 de novembro (em homenagem ao aniversário de nascimento de Ruy Barbosa, fundador da Academia Brasileira de Letras).

ORIGEM
Segundo historiadores, o português nasceu de uma transformação do latim vulgar (Roma) e do galego (Espanha). Com o passar dos anos, ambas sofreram mudanças, se mesclando dando origem aos primeiros registros da língua portuguesa no século 13. Trazido ao Brasil junto com as colônias portuguesas, na época do descobrimento do país, o idioma recebeu a influência indígena e africana, apresentando distinções em relação ao português de Portugal. Hoje, é o quinto idioma mais falado no mundo, com mais de 250 milhões de falantes. Além de ser a língua oficial do Brasil, é também da Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Guiné Equatorial, e outras comunidades ao redor do mundo.
Língua Portuguesa na Era Digital
Com as transformações tecnológicas, que ganham cada vez mais dinamismo e velocidade, e das relações humanas, as quais também contemplam os chamados 
nativos digitais, o processo de ensino e aprendizagem do idioma pode e deve ser facilitado. Para aproveitar as tendências digitais em favor do ensino e da aprendizagem, listamos algumas soluções educacionais que podem complementar ainda mais o desempenho dos alunos em relação ao domínio da Língua Portuguesa. Conheça quais são elas!
• Linha Aprimora: uma plataforma educacional que possibilita a aprendizagem adaptativa da Língua Portuguesa, de acordo com o ritmo de cada aluno. Disponível para o Ensino Fundamental e Ensino Médio, incluindo a versão para a Produção de Textos. Saiba mais sobre a linha Aprimora.
• Aurélio Aplicativo e Eletrônico: o dicionário mais vendido do Brasil ajuda na compreensão e na aplicação das regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa.
• Educacional: um conjunto completo de soluções que enriquecem o conhecimento sobre a Língua Portuguesa. Apresenta atividades, conteúdos multimídia, avaliações e projetos, como as Oficinas de Texto, que possibilitam experiências de coautoria para que os alunos criem uma versão de uma obra literária, em parceria com grandes nomes do cenário artístico e intelectual.
• Mesa Educacional Mundo das Descobertas: desenvolvida para enriquecer a Educação Infantil, apresenta atividades interativas multimídia e uma variedade de materiais manipuláveis, como blocos lógicos e tapetes de atividades, que trabalham a Linguagem Oral e Escrita.
• Mesa Educacional Alfabeto: com recursos de realidade aumentada, proporciona aos alunos o aprendizado e reconhecimento das letras, além da construção e associação de palavras. Auxilia a leitura, a criação e a interpretação de textos. Confira de pertinho a solução
• Mesa Educacional TOQ Língua Portuguesa: permite que os alunos manipulem conteúdos educacionais digitais de forma interativa, por meio do toque. Com conteúdos digitais interativos contextualizados que possibilitam que os alunos expressem suas opiniões com autonomia, efetivando a compreensão de textos e a reflexão sobre o conteúdo abordado em cada uma das propostas linguísticas: cotidiana, lúdica, literária, científica e jornalística.
• Soluções LEGO® Education: auxiliam no desenvolvimento da linguagem com experiências de aprendizagem lúdicas por meio de construção de histórias. Com os conjuntos da EI ao EF1, os alunos podem expressar pensamentos, ideias e colocar em prática sua imaginação construindo personagens, cenários, contos e histórias. Tudo isso ajuda na compreensão do mundo, desenvolvimento socioemocional, exploração criativa, expressão e reflexão.


https://www.positivoteceduc.com.br/blog-inovacao-e-tendencias/lingua-portuguesa-tambem-se-aprende-com-tecnologia/


viernes, 1 de junio de 2018

ENTENDA O QUE É A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA


Desde sua criação, a PNL tem se confirmado como a arte da excelência humana.
Uma das formas de compreendermos a PNL é conhecermos a história da sua criação.
No início dos anos 70, Richard Bandler, um estudante de psicologia, e John Grinder, um professor de linguística, iniciaram os estudos sobre PNL na Universidade de Santa Cruz – Califórnia. Os primeiros trabalhos que realizaram foi modelar famosos terapeutas da época, buscando identificar quais eram os padrões internos e externos que eles utilizavam que tornavam o trabalho deles tão efetivo. Esses terapeutas eram Milton Erickson, um médico hipnólogo, Virginia Satir, que atuava com terapia familiar e Fritz Perls, que desenvolveu a terapia de gestalt. 
Bandler e Grinder começaram a modelar esses terapeutas, tanto na linguagem corporal (não verbal) quanto na linguagem falada (verbal), buscando desenvolver técnicas que eles mesmos pudessem replicar, elevando desta forma os resultados nos seus próprios atendimentos. Outros estudantes e pesquisadores se envolveram com este trabalho de “modelagem”, ampliando-o para diferentes contextos (negócios, artes, criação), focando em pessoas de sucesso, sempre buscando identificar quais eram os padrões que faziam a diferença nos resultados que estas pessoas alcançavam.
Observou-se alguns padrões externos, como comportamentos e linguagens específicas que essas pessoas utilizavam, que as ajudavam a realizar suas atividades com excelência e influenciavam seus resultados. Eles também observaram que existiam padrões internos, como crenças e pressupostos, que eram poderosos recursos para o alcance do sucesso.
Ou seja, por trás dos nossos comportamentos existe uma estrutura interna de pensamentos e emoções que impactam diretamente as nossas ações e consequentemente os resultados que alcançamos em nossas vidas.
Por trás de toda ação existe uma razão, um motivo para agirmos. Se buscamos gerar uma mudança no comportamento de uma pessoa, ou seja, na sua atuação, precisamos compreender primeiramente o motivo da pessoa agir da forma que age, o modelo de mundo dessa pessoa, o que chamamos de modelos mentais.
Segundo Peter Senge, modelos mentais são “pressupostos profundamente arraigados, generalizações, ilustrações, imagens ou histórias que influem na nossa maneira de compreender o mundo e nele agir”. Em outras palavras, são os modelos mentais de cada indivíduo que definem como o mesmo irá perceber o que está acontecendo a sua volta, como irá se sentir com isso, como ele pensa e, finalmente, como irá agir.
O problema que encontramos, referente aos nossos modelos mentais, é que a maioria é inconsciente, ou seja, não sabemos que possuímos um determinado modelo mental e isso faz com que muitas vezes ajamos de determinada maneira sem nem saber exatamente o motivo.
O que é PNL?
A PNL permite compreender melhor nosso funcionamento interno, identificar nossos modelos mentais, para que possamos questioná-los, refletir sobre os mesmos e se é preciso ressignificá-los.
Esse aspecto é que influenciou o surgimento do nome “programação”, pois esse conhecimento sugere que a partir das nossas histórias, experiências, valores, somos programados a ter determinadas crenças e modelos mentais que impactam diretamente o nosso comportamento. Da mesma forma, que a partir de técnicas de PNL e ferramentas podemos “reprogramar” a nossa estrutura interna com foco nos resultados que queremos alcançar.
Se pararmos para refletir, todos nós temos histórias de vida, interesses, valores, crenças e motivações completamente diferentes, o que faz com que tenhamos percepções do mundo diferentes. Isso faz com que pessoas vejam as situações de formas distintas e, consequentemente, também reajam de outras maneiras, o que pode interferir diretamente no relacionamento interpessoal.
A realidade externa de um evento é igual para todos, e recebemos as  informações através dos nossos canais sensoriais (NEURO), que passam por filtros (PROGRAMAÇÃO) e formam uma representação interna para a pessoa. Essa representação interna gera um estado na pessoa, ou seja, leva a diferentes emoções que acabam interferindo na fisiologia e também nos comportamentos, nas ações dessa pessoa, tanto aspecto verbal quanto não verbal (LINGUÍSTICA).
A grande questão está vinculada aos filtros utilizados, pois estes são diferentes para cada pessoa. É comum uma pessoa, ao processar as informações, omitir alguma parte ou logo já generalizar a informação, podendo até distorcê-la, baseado em seus valores, crenças e histórico de vida. Então, ao observar a reação ou o comportamento de uma pessoa frente à determinada situação, é importante termos claro que esta pessoa tem um mapa de mundo diferente do nosso. E para ajudá-la no seu desenvolvimento, devemos primeiramente compreender o “mapa” que ela utiliza.
Todos os padrões internos e externos que os pesquisadores identificaram nas pessoas que alcançam os resultados que desejam em suas vidas foram transformados em modelos, ferramentas e técnicas que hoje são ensinados nos cursos de PNL.
Para que possamos conquistar melhores resultados, é fundamental conhecermos mais do nosso próprio funcionamento, podendo desta forma ampliar as nossas possibilidades de escolha de atitudes e comportamentos que vão ao encontro da vida que queremos ter.
Desta forma, a definição conceitual da PNL é: o estudo da estrutura da experiência subjetiva do ser humano. Também podemos definir a PNL como uma metodologia que foca no alcance da excelência, ou seja, auxilia uma pessoa a atingir os resultados que deseja em sua vida, criando modelos a partir de atitudes de sucesso.
A PNL vai além das técnicas. Ela é uma metodologia que pode ser utilizada de forma prática em nosso contexto diário. Está completamente relacionada com resultados no âmbito pessoal quanto profissional.
Curso de PNL na Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística
O Practitioner em PNL (Programação Neurolinguística) nos ensina a pensar sobre soluções e resultados. É um modelo único e atualizado de desenvolvimento comportamental. As mudanças comportamentais ocorrem de forma efetiva, pois a PNL foca na somatória do desenvolvimento de capacidades (COMO FAZER) juntamente com a motivação para aplicar (POR QUE FAZER). A pessoa que participa de um treinamento passa a assumir a responsabilidade do seu desenvolvimento, gerando mudanças positivas em todos os ambientes que frequenta.
Com a PNL, podemos ensinar uma pessoa a gerenciar seus pensamentos e emoções, tornando-a líder de si mesmo e de seus relacionamentos com os outros, aumentando o seu desempenho e a sua performance.
A PNL funciona na construção de soluções, com foco no atingimento de metas e objetivos, e nas relações humanas.
Além disso, gera constantemente uma reflexão sobre a identidade que queremos construir como líder, profissional ou mesmo no ambiente familiar, oferecendo instrumentos para alcançar os resultados que almejamos em todas as áreas de nossa vida. Uma vez que a pessoa aprende e internaliza essa estruturação, ela mesma buscará diariamente gerar as mudanças de comportamento necessárias para que se torne uma pessoa de sucesso.   
Uma formação de qualidade em PNL tem como foco:  
  • Ensinar a forma que estruturamos nossos pensamentos e ações;
  • Gerar autoconhecimento das nossas experiências internas e consequências externas;
  • Identificar os nossos modelos mentais e o impacto no nosso comportamento;
  • Ensinar a ressignificar as crenças que nos impedem de atingir os resultados que desejamos;
  • Gerar uma mudança na nossa forma de pensar, deixando de focar no problema para focar em soluções;
  • Ensinar técnicas para minimizar os obstáculos e limitações na mudança comportamental;
  • Desenvolver recursos internos para alcançarmos os resultados que desejamos;
  • Desenvolver atitudes e habilidades para adquirir excelência nas mais diversas competências;
  • Compreender melhor o funcionamento da identidade emocional, gerando escolhas mais assertivas e produtivas.

https://www.pnl.com.br/programacao-neurolinguistica/o-que-e-pnl-/entenda-o-que-e-a-programacao-neurolinguistica

miércoles, 2 de mayo de 2018

DÁ PARA APRENDER INGLÊS DEPOIS DE VELHO?


Este blog é lido por pessoas de todas as idades. Eu recebo e-mails de adolescentes a idosos perguntando de quase tudo relacionado à língua inglesa. Uma das perguntas que sempre recebi foi a que dá título à dica de hoje: Dá para aprender inglês depois de velho? Tem muita gente de 30, 40, 50, 60 anos querendo saber se eles ainda têm chances de aprender inglês. Então vamos falar sobre isso!

Antes devo alertá-los que esse assunto gera muita discussão entre os estudiosos de aquisição linguística. Portanto, o que vou escrever está relacionado às minhas pesquisas na área. Infelizmente, não vai dar para escrever tudo. Então, vez ou outra terei de falar sobre alguns assuntos relacionados em outros posts.

Para começar, a minha resposta para a pergunta título deste texto é a seguinte: sim, é possível aprender inglês depois de velho. No entanto, são necessárias mudanças no jeito de ensinar (abordagens, métodos, técnicas, estratégias, etc.) bem como no comportamento do aprendiz. (Você é um bom estudante de inglês?)

O começe toda a mudança está na resposta a esta pergunta: o que significa aprender inglês? Em geral, todos concordam que aprender inglês significa ser capaz de se comunicar sem muitas dificuldades em situações cotidianas diversas. Essa ideia é então dividida em três outras:
  • aprender as minúcias da gramática é essencial;
  • aprender a produzir corretamente os sons da língua inglesa é essencial;
  • aprender o maior número de palavras é essencial.
Ou seja, para a maioria das pessoas, essas três ideias são a base para comunicação eficiente (fluência). Tem gente que nega isso! Mas, a verdade é que lá no íntimo estudantes e professores de inglês acreditam piamente nas três sentenças acima. Saber inglês, portanto, se resume a: ser bom de gramática, ter a pronúncia perfeita e ter um vocabulário invejável. [Leia também: Por Que Brasileiro Não Aprende Inglês?]

E se eu falasse para você que hoje em dia pesquisas mostram que isso tudo é questionável? E se eu te falasse que essas pesquisas provam que adultos podem aprender inglês sem muitas dificuldades? A única ressalva é quanto à pronúncia. Essa realmente não tem como dominar 100% depois de certas idades. Afinal, o aparelho fonológico é formado por músculos e nervos que com o passar dos anos perdem a flexibilidade. [Leia mais em Por que Aprender a Pronúncia do Inglês é Difícil?]

No entanto, saiba que desde o ano 2000 (e mesmo um pouco antes), pesquisas na área de Neurociência conduzidas por cientistas do MIT (Massachussets Institute of Technology) mostram que pessoas boas da cabeça podem aprender uma língua independente da idade. Essas pesquisas revelam que um adulto pode aprender uma segunda língua desde que sejam feitas mudanças no modo de ensino e no comportamento do aprendiz.

O modo tradicional de ensino pega firme nas regras gramaticais, termos técnicos, decoreba de um monte de palavras e por aí a fora. Já falamos sobre isso na dica Mudando o Jeito de Aprender Inglês. Curiosamente, nas pesquisas observou-se que uma pessoa pode aprender uma segunda língua de forma natural deixando os tecnicismos de lado. O ideal é a aquisição da gramática de uso (a gramática natural) embutida nas sequências formulaicas (chunks of language, formulaic language).

De certa forma, o que eles dizem é que essas informações lexicais (com a gramática de uso inclusive) devem ir para o sistema neural correto (memória declarativa) e não para o “errado” (memória procedimental). Afinal, a memória procedimental é a que demora para aprender algo depois dos 12/13 anos. Já a memória declarativa continua ativa e ávida por aprender novidades (desde que a pessoa não tenha problemas neurológicos, claro).

Essas descobertas no campo da Neurociência aliadas às descobertas do campo de Second Language Acquisition/Teaching derrubam uma boa parte da ideia de que é impossível aprender uma língua depois dos 12/13 anos de idade. Os resultados dessas pesquisas mostram ainda que se o método de ensino tradicional (praticado pela grande maioria das escolas de idiomas) for mudado de modo coerente, os objetivos de adultos (independentemente da idade) em relação a aprender uma outra língua podem ser alcançados satisfatoriamente.

Claro que o problema será apenas o perfil de cada aprendiz. Afinal, algumas pessoas possuem dificuldades naturais para aprender qualquer coisa. Logo, cada caso deve ser tratado diferentemente e cabe aos professores identificarem isso. O problema aí, no entanto, não é a impossibilidade de se aprender o novo idioma, mas sim as resistências/traumas que o aprendiz traz consigo e que é levado a crer nas escolas pelas quais passa.

Resumindo tudo isso: é perfeitamente possível aprender inglês depois de velho. Mas, é preciso fazer mudanças no método tradicional para que o cérebro dos adultos possam adquirir a língua mais naturalmente. Isso envolve quebra de paradigmas, mudanças nos livros de ensino, melhor preparo dos professores para atender ao público adulto e uma série de outras mudanças. A pergunta agora é: será que o pessoal está disposto a realizar essas mudanças?

Esse assunto é longo e muita coisa precisa ser mencionada. Eu tentei fazer um resumo das ideias principais. Garanto a você que em outras ocasiões, voltarei a tocar nesse assunto. Afinal, trata-se de algo que pesquiso, dou palestras e escrevo a respeito. Então, aguarde! 🙂

Tomado de: https://www.inglesnapontadalingua.com.br/2012/11/da-para-aprender-ingles-depois-de-velho.html


lunes, 2 de abril de 2018

COSAS QUE LOS HISPANOHABLANTES SE EQUIVOCAN HABLANDO EN PORTUGUÉS

Los hispanohablantes cuando están aprendiendo Portugués tienden a cometer algunos errores comunes

Después de más de 3 años dictando clases de Portugués me di cuenta que muchas personas siempre se equivocan con ciertas palabras y expresiones de Brasil, en este video te voy a enseñar como no cometer estos errores comunes que persiguen los hispanohablantes.

Algunos ejemplos para que te quede aún más claro =)
1. Muito Obrigado – Muito Agradecido
  • Muito obrigado por me ajudar com a pintura da casa. (estou muito obrigado não existe)
  • Estou muito agradecido por tudo que você fez para nossa família.
2. Por lá – Por aí
  • Como é que tá tudo por lá no Brasil? (quando a pessoa não está no Brasil)
  • Como é que tá tudo por aí no Brasil? (quando a pessoa está no Brasil e EU não)
3. Gosto – Ter sabor de algo
  • Essa comida tem um gosto muito bom. (no se dice que la comida ¨sabe¨)
4. Quando uma pessoa morre
  • A mulher morreu num acidente de carro. ( ¨SE MATÓ¨ não existe, a menos que a pessoa tenha cometido suicídio)
5. Gostoso (Esquisito)
  • O sanduíche que eu comi tava muito gostoso. (Esquisito em Português é alguma coisa estranha)
6. Quem gostaria  (da parte de quem)
  • Se alguém liga e diz ¨Quero falar com o gerente¨,  você pergunta ¨Quem gostaria?¨ (dizer ¨da parte de quem pode soar grosseiro¨)
7. Tráfico – Tráfego
  • O tráfico de drogas aumentou muito nos últimos meses.
  • Depois que construiram esse viaduto o tráfego de carros diminuiu bastante.
8. Contente
  • O menino ficou muito contente quando se deu conta que a mãe dele tinha comprado um presente. (contente tanto para homem como para mulher)
9. A pessoa
  • Não gosto de comer nesse restaurante porque a pessoa (eu) tem que esperar muito pela comida.
10. Minha vez – sua vez
  • Ontem foi a minha vez de lavar a louça então hoje é a sua vez.
11- Quisesse – Gostaria
  • Se você quisesse perder peso de verdade deixaria de comer comida rápida.
  • Eu gostaria de perder peso mas eu não paro de comer comida rápida.
Como pudiste ver estos son errores comunes en Portugués que los hispanohablantes los cometen, ahora podrás aumentar tu nivel y hablar correctamente con los Brasileños.

Tomado de: https://philipebrazuca.com/errores-comunes-en-portugues/

jueves, 1 de marzo de 2018

COMO SEU CÉREBRO APRENDE?



Poucos estudantes, acadêmicos ou concurseiros sabem da importância de conhecer o seu cérebro para aprender melhor. Além de impedir erros que dificultam o aprendizado, o conhecimento do cérebro ajuda o estudante a utilizar técnicas para aprender com mais facilidade.
Todo estudante, acadêmico ou concurseiro deve aprender sobre o funcionamento do cérebro. Nas palavras do psicólogo e renomado estudioso do cérebro :
“Você aproveita a sua mente ao máximo estudando, em primeiro lugar, o que ela é.”
Esse artigo é uma síntese das minhas principais pesquisas teóricas relacionadas à neurociência e psicologia voltadas para a área da educação. Com certeza esse tema não pode se esgotar em apenas 2400 palavras, mas o que vou expor aqui já é o suficiente para que você entenda melhor como seu cérebro funciona e descubra maneiras de como estudar melhor.
Hoje vou ficar apenas em um conhecimento mais teórico, para que nos próximos artigos eu possa apresentar para você algumas dicas de como usar essas informações para aprender com mais facilidade. Esse artigo servirá como base para os próximos textos.
Um pouco de Neurociência: O cérebro que aprende.
O cérebro humano é um dos processadores mais poderosos do mundo. O cérebro é capaz de processar as informações recebidas, analisá-las com base em uma vida inteira de experiência, e apresentá-las para nós em meio segundo. Nem o computador mais avançado do mundo é capaz de simular o processamento do cérebro humano.
e acordo com Buzan as maiores funções do cérebro são:
Recepção: O cérebro recebe informação pelos seus sentidos.
Armazenamento: O cérebro retém e armazena informação e consegue acessá-la em larga escala.
Analise: Seu cérebro reconhece padrões e organiza informações de modo que façam sentido.
Saída: Seu cérebro “libera” informações de diferentes formas seja pensando, falando, desenhando, movimentado e todas as outras formas de criatividade.
Perceba o quanto seu cérebro é dinâmico e o quanto de capacidade ele possui para poder efetuar diversas tarefas ao mesmo tempo. Pois enquanto você está lendo esse artigo aprendendo, seu cérebro também está medindo sua pressão, corrente sanguínea e batimentos cardíacos. Além de estar atento ao seu contexto de ambiente.
O cérebro também está dividido em dois hemisférios distintos. O hemisfério esquerdo e o hemisfério direito. Cada hemisfério tem algumas particularidades que são importantes para você saber:
O hemisfério esquerdo é caracterizado por ter áreas responsáveis pelo raciocínio lógico, fala, matemática, linhas, etc. Pode ser chamado de “cérebro acadêmico”.
O hemisfério direito possui áreas responsáveis pelo gosto à música, arte, dança, criatividade, arte, etc. Esse é o seu “cérebro artístico”
Ambos os hemisférios são ligados pelo corpo caloso, um sistema de transmissão químico que trabalha a toda velocidade com milhares de células. Quanto maior a sintonia entre os hemisférios mais forte se torna a conexão no corpo caloso, essa conexão fortificada ajuda você a raciocinar com mais rapidez além de permitir uma melhora significativa em sua memorização.
Quando me refiro a hemisférios direito e esquerdo, não estou mencionando que somente uma área do cérebro trabalha. Significa que algumas atividades são mais executadas do lado esquerdo ou direito, mas normalmente todo o cérebro está trabalhando. Vou utilizar aqui os termos “cérebro esquerdo” e “cérebro direito” somente para ilustrar melhor o conteúdo.
O réptil o mamífero e o homem.
O cérebro humano desenvolveu-se muito ao longo dos anos. Nós ainda carregamos áreas no cérebro que no passado foram essenciais para a sobrevivência da espécie. Inclusive áreas que influenciam nosso comportamento atualmente.
O neurocientista  Cada área tem sua particularidade e função que nos ajudam a viver melhor (Ou não dependendo do caso). Essas áreas são:
O cérebro reptiliano: Essa área do seu cérebro está localizada próxima a base superior do seu pescoço. É responsável pelos instintos, possui esse nome por ser semelhante ao cérebro dos repteis. Sabe quando uma pessoa finge jogar um objeto em você e sua primeira reação é se virar e se proteger? Então, esse reflexo é efeito da área reptiliana. Além disso, essa área controla algumas funções do seu corpo, como a respiração.
Cérebro Límbico: Localizado no centro do seu cérebro, essa área é semelhante a de alguns mamíferos. Responsável principalmente pelas emoções e sexualidade, essa área tem uma grande influência sobre sua memória. Sua área límbica é responsável pela alegria que você está sentindo agora de ler esse artigo   .
O Cérebro Racional : Essa é a área mais alta do seu cérebro. De acordo com teorias evolucionistas é a área mais nova na escala da evolução e está em constante transformação. Controla as atividades que realizamos nos dias atuais como falar, pensar, ver, ouvir e criar. Enquanto você está lendo esse artigo seu córtex está trabalhando nesse exato momento, sobre as informações aprendidas.
Essa três partes não funcionam independentes uma da outra. Estão todas conectadas através das redes neurais. Com isso as informações passam de uma área a outra em frações de segundos.
Cada área tem um impacto em sua atividade como estudante. Por exemplo, se você estiver com fome dificilmente conseguirá se concentrar nos estudos. A todo o momento sua área reptiliana estará sinalizando para você ir se alimentar, prejudicando seu aprendizado.
Se você acaba de sofrer algum tipo de estresse emocional, essa informação ficará “martelando” em sua cabeça. Pois a área do cérebro límbico o lembra do quanto essa emoção é importante e por isso você deve se manter alerta. Estudar quando está com algum tipo de problema emocional é a pior coisa, pois você não conseguirá aprender de fato.
Seu cérebro Racional trabalha melhor com concentração e foco. Caso você tenha alguma coisa que te tire a atenção você com certeza não estará aprendendo de fato. Se estiver com algum problema emocional, primeiro descanse e deixe passar, estude quando estiver tranquilo.
O tico e o teco
Quando eu era criança escutava muito isso dos meus professores “coloca o tico e o teco para trabalhar” em referência aos meus neurônios. (Obs. Hoje em dia se um professor falar isso para um aluno ele pode ser processado :/ ) Através dos neurônios são passadas as informações que percorrem todo o cérebro.
O cérebro é formado por 100 bilhões de células (bem mais do que apenas o tico e o teco), conhecidas como neurônios, eles possuem ramificações que são chamadas de dendritos. Cada neurônio transmite informações que percorrem o corpo todo e o cérebro através dos axônios. Toda essa rede está em pleno funcionamento agora mesmo em você. Saber utilizá-las é o que torna faz com que você aprenda mais rápido. Observe a imagem abaixo:


As informações são repassadas por sinais elétricos e químicos de neurônio a neurônio através de pequenos espaços chamados sinapses. Tudo isso ocorre muito rápido em seu cérebro, até que a informação chegue à área do cérebro onde a informação será processada e transformada em uma ação.
Você com certeza já deve ter ouvido o termo “massa cinzenta” é como algumas pessoas chamam o cérebro, isso é porque visto de longe os neurônios dão uma aparência cinza ao cérebro. Existe também uma parte branca chamada Mielina. A mielina é um tipo de graxa que facilita a conexão dos neurônios.
Quanto mais Mielina você tem no cérebro mais fácil se torna a comunicação entre os neurônios. Uma conexão mais ágil facilita no seu raciocínio. Um raciocínio ágil colabora para um aprendizado mais rápido.
O cérebro que se transforma. Neuroplasticidade
Neuroplasticidade é um termo utilizado para a capacidade do cérebro de se transformar. No passado os cientistas acreditavam que somente o cérebro de uma criança poderia se modificar. Mas pesquisadores atuais descobriram que o cérebro está se adaptando por toda a vida, criando novas células de acordo com a experiência e o aprendizado.
Existem dois tipos de neuroplasticidade:
Funcional: Capacidade do cérebro de transferir funções de áreas danificadas para outras áreas do cérebro.  No livro o cérebro que se transforma o psiquiatra Norman Doidge descreve como a neuroplasticidade funcional pode ajudar:
“As funções das áreas do cérebro mortas em um derrame se transferem
para regiões saudáveis!”
Estrutural: Capacidade do cérebro de alterar sua estrutura física como resultado da aprendizagem. Os neurocientistas Gaser e Schlaug descobriram que o volume de massa cinzenta na área cerebral de músicos profissionais era maior do que a de não músicos ou músicos amadores. Esse aumento ocorreu nas áreas do cérebro responsáveis pela região motora, área parietal superior e áreas temporais inferiores.
Ou seja, quanto mais você aprende, mais você desenvolve seu cérebro. É como a prática de um exercício no começo você sofre para aprender, mas quanto mais pratica mais o aprendizado fica fácil. Além disso ao aumentar a área do cérebro durante seu aprendizado a conexão neural se torna mais intensa.
Um pouco de psicologia. A teoria das sete inteligências
Howard Gardner famoso psicólogo cognitivo desenvolveu a teoria das 7 inteligências. Gardner não estava satisfeito com os testes de QI que avaliavam a inteligência das pessoas, para ele:
“Numa visão tradicional, a inteligência é definida operacionalmente como a capacidade de responder a itens em testes de inteligência. (…) A teoria das inteligências múltiplas, por outro lado, pluraliza o conceito tradicional. Uma inteligência implica na capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural.”
Gardner afirma que cada uma dessas inteligências estão associadas a uma área específica do cérebro. Atualmente Gardner ampliou o leque das inteligências para até 9, porém vou apresentar para você somente as 7 iniciais, pois as considero de maior importância aqui.
Inteligência Linguística
É a inteligência das palavras. Quem tem essa inteligência dominante consegue se articular bem oralmente, aprender línguas, retórica (linguagem para o convencimento) e tudo relativo a linguagens, inclusive uma facilidade na compreensão gramatical. Inclusive a MNEMÔNICA (Uso da linguagem para lembrar-se das informações)
Inteligência Lógico-Matemática
É a inteligência dos números. Indivíduos com essa inteligência têm facilidades para o processamento de contas, classificação, padrões e resolução de problemas. Conseguem guardar em sua memória informações como quantidade e ainda aplicar essas informações para resolver problemas.
Inteligência Espacial Visual
É a inteligência da forma. Pessoas que desenvolvem a inteligência espacial tem facilidade de perceber o mundo exterior e transformar essa informação, seja através da arte, mapa ou arquitetura. Tem grande sensibilidade a cor, linhas e formas.  Além disso, conseguem representar um espaço somente com informações iniciais mesmo sem contato material.
Inteligência corporal sinestésica
É a inteligência do movimento. Essa inteligência é caracterizada pela capacidade do ser de conseguir expressar ideias e sentimentos através do corpo, como um ator ou acrobata. Além disse pessoas com essa inteligência conseguem utilizar as mãos para produzir ou transformar coisas.
Inteligência Musical Auditiva
É a inteligência da Música. Uma pessoa que possui características de inteligência musical é capaz de perceber, discriminar, transformar e expressar formas musicais. Possui grande sensibilidade ao ritmo, tom, melodia e timbre. Conseguem construir e reconstruir arranjos melódicos com facilidade.
Inteligência Interpessoal
É a inteligência social. É a capacidade de reconhecer, gestos, expressões faciais, tom de voz e ainda conseguir responder a esses sinais de maneira que consiga influenciar pessoas a seguir determinada ação. É a inteligência da sociedade, pois permite que indivíduos com essa capacidade de interagir com os outros.
Inteligência Intrapessoal
É a inteligência interna. Pessoas que desenvolveram a inteligência pessoal tem uma grande capacidade de conhecerem a si mesmas, analisarem seus erros e caminhos. Conseguem inclusive mudar seus próprios comportamentos em beneficio de pessoas que convive.
Você não possui apenas um tipo de inteligência, pode ter várias em diferentes intensidades. Uma será a mais predominante que se complementará com outras. Fazer um teste de inteligências ajuda você a identificar qual a inteligência é mais comum e você.
Descobrir qual seu tipo de inteligência ajuda você a aprender melhor. Pois você utilizará a técnica mais indicada para o seu tipo de inteligência. Fazendo isso você aprender com mais facilidade.
O novo consciente e inconsciente o Rápido e o Devagar
Daniel Kaneman, ganhador do prêmio Nobel de economia escreveu um ótimo livro sobre os 2 sistemas que atuam em nossa mente. O Rápido e o Devagar. De acordo com Kaneman, cada sistema tem uma função e é responsável por um tipo de comportamento.
Esses sistemas propostos por Kaneman parecem muito com o que conhecemos como consciente e inconsciente. Mas são coisas diferentes, de um lado está a teoria de consciente e inconsciente da psicanálise de Freud e do outro está a teoria neurocientífica e psicológica do rápido e devagar.
Daniel descreve cada sistema como:
O Sistema rápido opera automática e rapidamente, com pouco ou nenhum esforço e nenhuma percepção de controle voluntário.
O Sistema devagar aloca atenção às atividades mentais laboriosas que o requisitam, incluindo cálculos complexos. As operações do Sistema devagar são muitas vezes associadas com a experiência subjetiva de atividade, escolha e concentração.
Para que você compreenda claramente, o sistema rápido é responsável por atividades que vão desde dirigir um carro em uma rua vazia até completar responder a questão “2+2=?”. São atividades que você não precisa se concentrar muito para realizá-las, pois são inerentes a você.
Já o sistema devagar é responsável por atividades que envolvem uma maior concentração como estacionar em uma vaga apertada (desde que você não seja um manobrista) até preencher um formulário, ou seja, situações que se você não prestar a devida atenção pode cometer um erro grave.
O sistema rápido também é responsável por todas aquelas atividades que se tornaram habituais, é ele quem toma o controle e libera o gatilho para que aconteça,  A ideia aqui é utilizar seu sistema devagar até que a informação se torne parte do sistema rápido. Como fazer isso? Praticando. Quanto mais você lê, pratica e estuda, mais as informações vão fixando em sua mente. Quando isso ocorre seu sistema rápido passa a tomar controle delas, fazendo com que seu aprendizado seja muito mais rápido.

Tomado: 

http://estudareaprender.com/como-seu-cerebro-aprende/